Pintura

Desta vez nem madrugamos tanto pois nossa quilometragem seria menor, apenas 35 km. Tomamos café no glorioso Hotel Germania, que nem estava tão glorioso assim. Aliás, herman@s Paraguai@s assim como @s Uruguai@s não valorizam a primeira refeição do dia assim como nós Brasileir@s, que em alguns hotéis temos um verdadeiro banquete.

 

Ditadura nunca mais!

Saímos finalmente com um dia nublado e até uma carinha de chuva lá no horizonte. A pedalagem saiu assim rápida e rasteira, com um bonito cenário de interior. A hospedagem em Estigarribia nos fez muito bem, aquele gostinho saboroso de férias que, às vezes, nos primeiros dias de viagem podem ficar mais nublados por conta da “adaptação”.

Caaguazu é uma cidade já bem grandinha e ficamos hospedados em um hotel mais bonito por fora do que por dentro, prefiro o contrário mas tudo bem. Não podíamos reclamar de hospedagem, o Paraguay estava saíndo-se melhor que a encomenda.

Por acordarmos tão cedo todos os dias, incorporamos um delicioso soninho pós almoço que tive o privilégio de usufruir até meus idos de Colégio Monsenhor, e matar as saudades nessa viagem. Já a tarde fomos a uma lan house botar as notícias em dia. Ao saírmos o céu anunciava uma tempestade, fazendo anoitecer mais cedo, e voltamos ao hotel para pedir comida de lá mesmo, já que nosso fogareiro nos disse adeus precocemente. Tava facim facim de cozinhar por ali.

Pós chuvarada pudemos presenciar um verdadeiro espetáculo de cores que as lentes de nossa câmera tentavam registrar. Fico pensando quantos desses perdemos por conta de nossa “mão de obra” vendida ao interesse alheio, ou mesmo por conta da poluição e dos muros de concreto que nos colocaram no horizonte em nossas grandes cidades…

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2 respostas em “Pintura

  1. Oi Ana e Flávio!!!
    Olha, estou aqui de longe acompanhando as postagens… Na verdade estou atrasado e só consegui ler tudo hoje… rs
    Mas digo que tenho gostado bastante!
    Sempre pensamos em viajar para lugares com grande apelo turístico, mas na verdade o turismo pode acontecer em qualquer lugar, só depende do que trazemos de curiosidade e vontade de conhecer dentro de nós. Lembro que ninguém entendia, e nem entendem ainda, porque fui para o Acre e de lá seguindo pela Amazônia para os Andes… Descobri lá, coisas que só poderia ver lá e que, de certa forma, me transformaram e me engrandeceram.
    Como disse nosso Amigo Cabeludo e Barbudo… “É preciso ter olhos de ver e ouvidos de ouvir”…
    Depois vou conversar melhor com vocês sobre esta viagem, mas por hora estou aqui acompanhando atentamente os relatos e imagens.
    Grande abraço e boas pedaladas sempre!

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