São Francisco do Sul

Em São Francisco do Sul tivemos mais uma hospedagem solidádia. Ficamos na casa da Dani, também cicloviajante que conhecemos no Velotur Vale Europeu, em 2010. Necessário dizer que esta é a primeira viagem em que ficamos na casa das pessoas… é meio estranho entrar em contato com alguém e dizer: “olha, eu to de férias, posso ficar um dia (quem sabe dois ou três?) na sua casa???”, mas no caso da Dani, embora tenhamos convivido tão pouco até então, o que facilitou foi o fato dela ter uma grande dívida conosco. Acontece que, no segundo dia de viagem da que citamos acima, após cansativos ensolados quilometros paramos em uma padaria pra matar nossa fome. O lugar era tão tranquilo que deixamos as bikes soltas lá fora e entramos. Mas a Dani não ficou tranquila com sua bonita magrela às soltas na rua e pediu nossa corrente pra amarrar, já que ela não tinha uma. Quando voltou perguntamos se tinha conseguido prender as três, ao que informou só haver prendido a dela… Quer dizer que nossas feiosas magrelas poderiam ser levadas por criminosos inescrupulosos??? Hahaha! Tivemos que alugá-la até o fim daquela viagem e ainda teve de nos hospedar nessa… Saiu caro… rsrs.

Dani nos recebe em sua casa, obrigad@!!!

Dani nos recebe em sua casa, obrigad@!!!

Entramos então na boa rotina que Dani criou pra si e levantamos cedo pra caminhar na praia antes dela ir trabalhar. Compras e refeições da manhã e fomos com ela conhecer o Projeto TEAMAR, onde dá aula de tecelagem manual. Nem preciso dizer que eu e Flávio ficamos babando em ir trabalhar praquelas bandas!

Todas as manhãs...

Todas as manhãs…

Salada para o almoço vinda do quintal

Salada para o almoço vinda do quintal

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Pense num emaranhado de fios...

Pense num emaranhado de fios…

... que vai tomando forma.

… que vai tomando forma.

Depois fomos ao Museu do Mar e estava ansiosa pra uma atração em especial. O Museu do Mar, ao meu ver, que não entendo nada de museus, devia ter outro nome, como museu da embarcação por exemplo, que é o que se vê por lá. Seguimos pelas galerias conhecendo um pouco dessa história até chegar na minha esperada atração: o barco com o qual Amyr Klink fez a travessia do atlântico à remo, sua famosa “lamparina”.

Foi só em foto mesmo...

Foi só em foto mesmo…

Não foi dessa vez… mas conhecemos sua primeira canoinha:

O primeiro barco de Amyr.

O primeiro barco de Amyr.

Há histórias muito interessantes como a de um barco feito de um único tronco, de jangadas sem nenhum parafuso se quer e da similaridade das miniaturas feitas por presidiários.

Esculpida em um único tronco.

Esculpida em um único tronco.

Mais uma voltinha pelo centro até a Dani sair e ainda cruzamos com os biciactivistas, em uma grande viagem de Buenos Aires ao Rio.

Breve encontro cicloturisticoativístico.

Breve encontro cicloturisticoativístico.

Dia 13: 04/12/12 – terça-feira.

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