Calmaria

Acordamos já iniciando os preparativos pra ver o Coringão estrear no mundial. Chai foi trabalhar e Rui pôs a mesa do café da manhã com cara de banquete (e aqui um adendo importante: ainda não somos veganos, mas nosso café da manhã já o é. Fortemente influenciados por Rui e Chai, há sempre frutas, café preto em substituição ao leite, tahine e geléias em substituição à manteiga).

Iniciamos a caça internáutica ao jogo e achamos um canal que transmitia mas ficava falhando, então sintonizamos também uma rádio, que como é sabido, deixa tudo mais emocionante. O gol saiu, a luz acabou e voltou, mas enfim ficamos aliviad@s pela missão cumprida e pelo fim da ameaça do vexame, como o qual passou o inter de não haver passado da fácil primeira fase do campeonato.

No almoço, fomos até o restaurante dos navios piratas negociar nossa travessia pra Floripa. Para nossa alegria o dono do restaurante e do barco se pareceu muito solícito, dizendo inclusive que, conforme fosse, podíamos atravessar até de graça. Até entramos no grande barco que tinha como capitão, nada mais nada menos do que Jack Sparrow. O problema é que esse “conforme fosse” estava condicionado ao fato dos barcos virem com vagas lá da grande ilha (o que ocorria naquele dia, mas poderia não ocorrer no dia seguinte), ou seja, não poderíamos negociar naquele momento, só saberíamos na hora se poderíamos ou não ir…

À tarde o casal nos levou a conhecer a parte mais urbanizada da cidade. É realmente impressionante como a natureza ainda se preserva por ali, mas chega dar um frio na espinha em pensar que, com o asfalto, pode também chegar, infelizmente, a degradação ambiental do local.

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Detalhe: talvez o pôr do sol mais bonito da viagem não foi registrado por nossa máquina fotográfica, que ficou em casa enquanto nós saímos pra mais uma caminhada à beira mar. Não tem problema… ficou registrado na retina…

Dia 21: 12/12/12 – quarta-feira